Como ler um texto filosoficamente

Aviso de antemão, na primeira linha: esse artigo não apresentará um atalho, um desvio, um meio de fazer com que a leitura de um texto filosófico se torne mais fácil. Pelo contrário: trata-se de uma introdução, para servir como uma chave interpretativa, ao que ficou consagrado como o “método estrutural” de leitura de texto filosófico, um modo de ler textos filosóficos, cuja aplicação visa proporcionar à leitura filosófica um rigor metodológico científico — e consequentemente tornará a leitura mais densa, demorada e trabalhosa.

Com efeito, não há somente um modo de ler um texto filosófico. Há diferentes abordagens, diferentes perspectivas e meios possíveis de se lidar com um texto filosófico. Apresentarei um dos modos possíveis, que julgo o “modo primeiro”, ou aquele que deve preceder qualquer uma das outras abordagens — muito esclarecedoras e enriquecedoras — à leitura estrutural. Portanto, esse modo precisa ser considerado como um primeiro passo fundamental à leitura filosófica de um texto: a primeira abordagem para reconstituir o sentido e significado de um texto.

Ler um texto filosoficamente significa, após o autor, reaprender, conforme sua intenção, o discurso explicitado por meio de um movimento sucessivo de teses que são construídas uma após à outra numa ordem por razões: sua estrutura. Em outras palavras, significa lê-lo à luz de sua estrutura, da progressão desses movimentos sucessivos, isto é, de seu método em ato, através do qual — e tão somente por este — suas teses e dogmas são construídos. Discutiremos isso a seguir cuidadosamente, para esclarecer este método de leitura.

Para interpretar um texto filosófico — ou, de maneira mais abrangente, um sistema —  devemos buscar suas razões, não suas causas. Que isso significa? Vamos lá: quando deparamos com um texto filosófico, veremos sentenças, parágrafos e todo o corpo de um texto. Através dessas sentenças, parágrafos e páginas, veremos teses que são apresentadas pelo autor. Essas teses, por exemplo, podem aparecer na forma de um enunciado como “a realidade é constituída por X”. Assim, devemos buscar as razões para tal tese, ou seja, as premissas, as justificativas, os elementos que a constituíram e proporcionaram o autor enunciar que “a realidade é constituída por X” — os quais estarão presentes no próprio texto em questão. Caso buscássemos suas causas, isto é, caso perguntássemos “por que será que o autor está afirmando isso? Será sua religião? Será sua doença? Será seu partido político”, estaremos separando os enunciados, suscetíveis de serem verdadeiros ou falsos, da estrutura que produziu esses enunciados, além de ir para bem longa da intenção real do autor, explicitada no próprio movimento sucessivo de enunciados presentes em um texto: em seu método.

Por exemplo, Platão, em A República, apresenta a tese de que “os filósofos precisam tornar-se governantes, ou os governantes tornarem-se filósofos, para que os males das cidades cheguem ao fim”. Caso busquemos as causas para esse enunciado, extrínsecas ao texto, para esta tese central de A República, poderemos dizer que Platão escreve isso, primeiramente, porque é filósofo. Ele deve estar vendendo seu peixe! E há tantas outras causas passíveis de serem reputadas a esta tese. Todavia, caso busquemos as razões, encontraremos sucessivas e progressivas teses, que são afirmadas e eventualmente ultrapassadas, encadeadas por razões, constituindo a estrutura do texto. Neste caso, podemos ilustrá-la da seguinte forma:

“Uma cidade só será justa se puder ser verdadeira, apresentando-se como expressão da realidade. Somente o conhecimento dessa realidade pode, portanto, proporcionar a compreensão de como essa cidade deve ser. Consequentemente, seu governo só pode caber, de direito, a quem detém tal conhecimento. Esse é o filósofo que deve, portanto, governar.” (BOLZANI FILHO, R. A República, Introdução, p. XXIV)

Deste modo, metodologicamente estaremos aceitando a pretensão desses dogmas e dessas teses serem verdadeiros, não separando esses enunciados, passíveis de serem verdadeiros ou não, da progressão pela qual essas teses foram geradas na estrutura do texto. Platão, nesse caso, apresentou-nos o fato de que o filósofo é o único que pode conhecer o real. Se a cidade precisa ser, na medida do possível, a expressão da realidade, e — agora teremos que concordar metodologicamente com Platão, para reconstituir o sentido do texto — o filósofo é o único que conhece o real, segue necessariamente que cabe ao filósofo o governo e somente ele deve, portanto, governar.

Por sua vez, ao levar a efeito uma interpretação “dogmática” ou “genética”, buscando as causas, lidando com essa tese como se fosse um “sintoma” de algum problema por detrás do texto, removendo o sistema filosófico do tempo e pretendendo que todas as teses sejam verdadeiras ao mesmo tempo, estaremos nos arriscando a ultrapassar o texto, interpretando-o para além da intenção do autor, além de encontrar inúmeras contradições decorrentes do fato de ignorarmos a progressão do método. Esses pressupostos (“ele escreveu isso porque é aristocrata, porque é machista, porque é homossexual” — e a lista vai ad infinitum), não são depreendidos da doutrina do filósofo. Agora, pelo contrário, ao fazer a interpretação a partir das razões que ligam as teses umas às outras, a partir de sua estrutura, de seu método em ato, estaremos “retirando” o texto do tempo histórico, do tempo das causas externas, e inserindo-o num tempo no qual as teses são construídas sucessiva e progressivamente: seu tempo lógico. Estaremos interpretando-o tão somente a partir de seu tempo interno, não de seu contexto temporal.

Evidentemente se pode objetar que o contexto histórico, político, social e etc., isto é, o contexto do momento da produção de um texto filosófico, seu “tempo histórico”, são extremamente importantes para seu entendimento. Essa objeção não poderia ser mais verdadeira. Contudo, este complexo de elementos, os quais proporcionariam uma interpretação genética do texto, não podem preceder a leitura do próprio texto, à luz do discurso explicitado pelo autor. Em outros termos, o autor está explicitando um discurso por meio de uma sucessiva cadeia de razões, com um fio condutor através do qual podemos reconstituir seu sentido de acordo com sua intenção. Assim, caso ignoremos isso para buscar as causas extrínsecas a esse texto, facilmente podemos cair no erro de interpretar um texto “de cima”, não “de dentro”. Para o primeiro passo de uma interpretação de texto, precisamos levar em consideração o próprio texto, devemos mergulhar nele e refazer os passos dados pelo autor. Esses elementos adicionais enriquecem a interpretação do texto, porém jamais a substituem, devendo ser considerados depois da leitura estrutural.

“A filosofia é explicitação e discurso. Ela se explicita em movimentos sucessivos, no curso dos quais produz, abandona e ultrapassa teses ligadas umas às outras numa ordem por razões. A progressão (método) desses movimentos dá à obra escrita sua estrutura e efetua-se num tempo lógico. A interpretação consistirá em reaprender, conforme a intenção do autor, essa ordem por razões, e em jamais separar as teses dos movimentos que as produziram.” (GOLDSCHMIDT, V. A Religião de Platão, p. 140)

Essa primeira leitura evidenciará que a filosofia é explicitação. Um filósofo sempre busca, através de seus textos, construir e esclarecer um discurso. Isso significa que o filósofo quer comunicar teses, dogmas e ideias. Mesmo que você escreva um texto para não mostrar a ninguém, você estará utilizando a linguagem para organizar e desenvolver ideias. Deste modo, o texto é escrito de modo a desenvolver um pensamento a partir de dogmas e de teses. Consequentemente, esses dogmas e teses deverão ser desenvolvidos sucessivamente, um após o outro. Portanto, um texto filosófico, um sistema filosófico, é desenvolvido na própria construção de sua estrutura e na progressão dessas teses. Não há pensamento filosófico ou sistema preexistente ao texto que o trouxe à luz. Novamente, buscar as causas desse pensamento em elementos ocultos, que nem mesmo o filosofo poderia saber, seria uma absurdidade, na medida em que ele está construindo de forma explícita, não oculta, teses e ideias que não poderiam existir de forma estruturada antes de serem expressas por meio da linguagem. Esse filósofo ativamente construiu um texto com uma intenção, desenvolvida de forma explícita na estrutura do texto e que deve necessariamente ser levada em consideração na interpretação. Portanto, o texto é escrito para “mostrar e fazer compreender as produções desta causa”, a saber, a própria doutrina do filósofo. As causas do texto platônico é o próprio platonismo; as do aristotélico o próprio aristotelismo. Ambos construídos e desenvolvidos num tempo lógico. Consequentemente, Aristóteles não poderia, em hipótese alguma, construir a filosofia de outro filósofo que não ele mesmo em seus textos: as causas estão em sua doutrina e em seu método em ato, ambos construídos e explicitados na estrutura de seus textos.

A doutrina do filósofo e seu método constituem seu sistema filosófico. Os textos desenvolvem tanto um quanto o outro. Ao ler um texto filosófico precisamos “restituir a unidade indissolúvel desse pensamento que inventa teses, praticando um método”. Esse método nada mais é do que os movimentos do texto em ato, as sucessivas teses ligadas umas às outras por razões. Mesmo que um filósofo tenha teorizado sobre seu método (Aristóteles no Organon, Descartes no Discurso, e assim por diante), não devemos considerar essas exposições teóricas do método como normas separadas das teses e dos dogmas. Encontraremos nas Meditações, por exemplo, o método em ato; poderemos através da própria leitura do texto enxergar as teses e dogmas possibilitados tão somente a partir do método, mas não tomar as regras gerais que foram expostas no Discurso de forma teórica como um manual para a leitura do texto das Meditações: seu único manual são os movimentos num tempo lógico, a própria progressão das teses na estrutura do texto: a doutrina e o método em ato.

“Assim, para compreender uma doutrina, não é suficiente não separar a léxis da crença, a regra, de sua prática; é preciso, após o autor, refazer os movimentos concretos, aplicando as regras e chegando a resultados que, não por causa de seu conteúdo material, mas em razão desses movimentos, se pretendem verdadeiros. Ora, esses movimentos se nos apresentam na obra escrita.” (GOLDSCHMIDT, V. A Religião de Platão, p. 142)

Não devemos também cometer o erro de pensar que uma doutrina existe previamente à sua escrita. Que o filósofo, a partir de um súbito insight inexplicável, uma inspiração divina, como as pítias dos oráculos gregos, concebe torrencialmente uma doutrina pronta e acabada. Pelo contrário, como dito anteriormente, essa doutrina será construída quando for encadeada por um raciocínio. A articulação entre o pensamento de um filósofo e sua escrita desenvolve, por meio dos textos, teses e dogmas que constituem uma estrutura. Essa estrutura é construída e explicitada pelo próprio filósofo, nos textos, cabendo ao interprete reconstruí-la “fazendo corpo com o próprio texto do autor”.

Essa estrutura é concebida como “as articulações do método em ato”. Não se trata de “estruturas” ao longo de um texto. Na realidade, essa estrutura será constituída pelas sucessivas teses e dogmas, pela progressão metódica, constituindo toda a obra. Como em um edifício, tanto as bases mais fundamentais quanto as próximas ao topo constituem sua estrutura mesma, única e una consigo mesma. Essa progressão que constitui a estrutura, esses movimentos internos de um texto, são o “tempo lógico” do texto.

“O pensamento racional se estabelecerá num tempo de total não-vida, recusando o vital. Que a vida, por seu lado, se desenvolva e traga suas necessidades, é, sem dúvida, uma fatalidade corporal. Mas isso não suprime a possibilidade de retirar-se do tempo vivido, para encadear pensamentos numa ordem de uma nova temporalidade”. Esta “temporalidade está contida, como cristalizada, na estrutura da obra, como o tempo musical na partitura.” (GOLDSCHMIDT, V. A Religião de Platão, p. 143)

Assim, refazer, após o autor, o movimento interno de seu texto, de acordo com sua intenção — à luz de suas teses e de sua doutrina —, é “repor em movimento a estrutura e, desse modo, situar-se num tempo lógico”. Isso significa que se deve levar em consideração as razões da leitura, como mostrado anteriormente, não as causas, que dizem respeito a um tempo histórico. Apesar de indispensável ao entendimento de um autor, o tempo histórico é não-filosófico, portanto implica na leitura histórica deste texto, situando-o em seu tempo histórico. Para lê-lo filosoficamente, contudo, precisamos, antes de qualquer coisa, situá-lo em seu tempo lógico, abstraí-lo de suas causas genéticas, de suas leituras dogmáticas, para reconstituí-lo segundo o tempo lógico do texto, a intenção do autor e segundo seu próprio sentido, de modo objetivo.

“Objetividade que consiste na reconstituição explícita do movimento do pensamento do autor, refazendo seus mesmos caminhos de argumentação e descoberta, segundo seus diversos níveis, respeitando todas as suas articulações estruturais, reescrevendo, por assim dizer, segundo a ordem das razões, a sua obra, sem nada ajuntar, entretanto, que o filósofo não pudesse e não devesse assumir explicitamente como seu.” (GOLDSCHMIDT, V. A Religião de Platão, p. 7)

Por fim, na medida em que filosofia é explicitação e discurso, na medida em que a estrutura é o método em ato, construído pelo encadeamento de um raciocínio de modo a comunicar uma filosofia a terceiros, apresentada progressivamente ao longo de todo o texto; na medida em que esse método produz teses e dogmas que são desenvolvidos e, eventualmente, ultrapassados ao longo do sistema; na medida em que tudo isso se cumpra em um tempo próprio, a saber, em um tempo lógico, a verdade de um texto não é apresentada em bloco, de uma vez só: não está na conclusão, nos últimos parágrafos, nem no ponto alto do texto, em seu “clímax”, mas é apresentada “sucessivamente e progressivamente, isto é, em tempos e em níveis diferentes”. Não podemos jamais separar uma tese do movimento do qual ela foi gerada: não faz o menor sentido filosoficamente interpretar uma tese separada tanto da doutrina quanto do método de um filósofo.

Deste modo, não se pode exigir de um sistema uma linearidade intemporal dos dogmas e das teses. Em outras palavras, as teses e os dogmas são desenvolvidos progressivamente ao longo do sistema. Esse “tempo lógico” não é “eterno”, já que é desenvolvido progressivamente. Assim, as teses e dogmas defendidos em um momento nessa progressão poderão diferir, poderão desenvolver-se, poderão transformar-se. Com efeito, considerados tão somente por seu conteúdo material, encontraremos contradições e falsos problemas de leitura em filósofos, já que um conceito poderá aparecer de um modo em um momento do desenvolvimento de tal texto e de outro completamente diferente em outro momento diferente no movimento desse desenvolvimento. Na verdade, não deveríamos medir a coerência de um texto ou sistema “pela concordância, efetuada num presente eterno, dos dogmas que o compõem, e realizar o esforço filosófico por uma intuição única e total, estabelecendo-se, também ela, na eternidade”. Cada momento desse tempo lógico precisa ser considerado em sua especificidade, à luz do tempo lógico que o produziu, de um sentido “global”.

Isso significa que “toda filosofia é uma totalidade, onde se juntam, indissoluvelmente, as teses e os movimentos”. As notas, os textos, as teses encontradas em tal e tal momento, não devem ser utilizadas para forçar uma coesão artificial aos diferentes momentos do tempo lógico de um texto. Platão, por exemplo, pode estar falando das Formas, das Ideias, em determinado momento de um texto. Entretanto, as notas e as definições de Formas e Ideias, retiradas de outros momentos dos textos de Platão, de dicionários de filosofia e etc., não podem ser “forçadas” neste determinado momento. Fica evidente que o intérprete e historiador da filosofia não é “crítico, médico, diretor de consciência; ele é quem deve aceitar ser dirigido, e isso, consentindo em colocar-se nesse tempo lógico, de que pertence ao filósofo a iniciativa”. Devemos interpretar um texto à luz de seu sentido, não buscar a verdade de um texto, corrigindo as possíveis lacunas que encontrarmos ao enxertar definições e conceitos nelas, ignorando seu tempo lógico e os movimentos internos que o constitui.

Assim, o leitor precisa despir-se de seus preconceitos, de suas teses, de dicionários de filosofia, de contexto histórico, e etc., para pensar de acordo com “a cabeça do autor”, ser levado pelos movimentos internos, inserido nesse tempo lógico. Considerar cada momento em sua especificidade e abstrair todos a uma unidade cujo sentido será o sentido do texto, do sistema: a doutrina. Ele precisa tomar, metodologicamente, as teses e dogmas como verdadeiros; precisa tornar-se discípulo do filósofo que está lendo, até mesmo para, no final do processo, ao compreendê-lo em sua integridade e unidade, discordar e ir contra ele, se for preciso. Como diria Oswaldo Porchat Pereira, trata-se do “esquecimento metodológico de si próprio”.

“É certo que tal atitude, própria a quem não quer julgar um autor, mas compreendê-lo, exige um esforço penetrante de inteligência, uma rigorosa disciplina intelectual, a ausência de todo preconceito e dogmatismo. Exige que o intérprete se faça discípulo — ainda que provisoriamente — e discípulo fiel.” (GOLDSCHMIDT, V. A Religião de Platão, p. 7)

Ler filosoficamente um texto, ler um texto estruturalmente, portanto, proporciona “um primeiro passo indispensável para qualquer apreensão do significado e escopo de um sistema filosófico”. Como toda metodologia científica, trata-se de a aplicação das ferramentas disponíveis a um campo do saber sobre um objeto delimitado de trabalho. Nesse caso, o campo do saber é a história da filosofia; seu objeto, os sistemas filosóficos e os textos dos filósofos. Evidentemente, recorrer à história, à sociologia, à economia, à arte, e etc., é fundamental para ter um entendimento global de um processo de desenvolvimento da cultura ocidental. Entretanto, este empreendimento transdisciplinar e tão enriquecedor para a filosofia necessita ser feito apenas e tão somente após a leitura e interpretação dos textos filosoficamente.

 

Indicações de leitura:

GOLDSCHMIDT, V. Tempo histórico e tempo lógico na interpretação dos sistemas filosóficos. In: A religião de Platão. São Paulo: Difel, 1970, p. 139-147.

GUÉROULT, M. O problema da legitimidade da história da filosofia. Revista de História, São Paulo, v. 19, n. 75, p. 189-211, 1968.

PORCHAT PEREIRA, O. Discurso aos estudantes de filosofia da USP sobre a pesquisa em filosofia. Fundamento, v. 1, n. 1- set-dez. 2010, p. 18-33 (Texto originalmente publicado em Dissenso, São Paulo, n.2, p. 131-140).

VIEIRA NETO, P. O que é análise de texto. In: Seis filósofos na sala de aula. Maria Isabel de Magalhães Papaterra Limongi; et al. São Paulo: Berlendis & Vertecchia, 2006.

PORTA, M. A. G. O Texto. In: A filosofia a partir de seus problemas: didática e metodologia do estudo filosófico. 4. ed. São Paulo: Loyola, 2014.

SAUNDERS, C.; et al. Como estudar filosofia. Trad. Vinicius Figueira. Porto Alegre: Artmed, 2009.

SEVERINO, A. J. Como ler um texto de filosofia. São Paulo: Paulus, 2008.

FOLSCHEID, D; WUNENBURGER, J.J. Metodologia filosófica. Trad. Paulo Neves. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2006.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s